Crianças continuam morrendo por negligência no Hospital Regional de Morros

É no mínimo um absurdo o que vem ocorrendo na instituição de saúde do municipio de Morros. Mais uma criança teve a vida interrompida e os sonhos perdidos por conta da incompetência dos que dizem estar ali para ajudar e salvar vidas.

Hospital Regional é de competência do estado
Hospital Regional é de competência do estado

A falta de gestão no hospital regional já foi denunciada aqui no blog. Vale ressaltar, que a o despreparo é titulado para alguns profissionais que ali estão.

Ontem, mais um recém-nascido foi a óbito logo após o seu nascimento por puro descaso do médico-cirurgião plantonista.

A paciente de 23 anos, grávida do primeiro filho e residente do municipio de Presidente Juscelino começou a sentir as dores por volta das 10h de quarta-feira dia 27/07 de acordo com familiares. A jovem foi levada por volta das 13h para o hospital do mesmo municipio. onde constatou-se que havia necessidade de ser realizado um parto cesáreo

A equipe encaminhou a paciente para o hospital regional de Morros onde chegou por volta das 14h e foi novamente examinada pelo médico plantonista. Por volta das 9h da manhã de quinta-feira (28), 19h depois, o mesmo cirurgia que havia atendido a jovem no dia anterior resolveu fazer a cesariana.

O bebê nasceu desfalecido, imagina-se que o recém-nascido passou tempo excessivo agonizando no útero da mãe, mesmo estando dentro de um hospital.

A omissão é fato e é mais um caso gravíssimo registrado naquele hospital que já está sendo conhecido por “matadouros de bebês”. Diante o ocorrido, a qualificação profissional do médico é colocada em jogo, já que tem fama de ser “desqualificado e babão da então diretora Ana Gabriela.

A tragédia anunciada é lamentável e mais triste ainda é saber que as vítimas são de famílias extremamente humilde e irão ter voz para buscar a justiça, permanecendo assim mais um caso impune diante tantos outros que ocorrem nos hospitais do Maranhão.

A pergunta que fica é ? E se fosse alguém “importante ” ou de classe mais alta o tratamento seria diferente? Até quando crianças vão continuar morrendo naquele hospital por incompetência?

 

 

 

 

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