A causa animal ganha mais dois inimigos: o prefeito e o governador

Coitados dos animais. Agora é conjunto de pessoas e autoridades que conspiram contra a conquista de seus direitos. Como se não bastasse o ser humano ser insensível para com nossos animais, agora chegou a vez do prefeito e governador trabalharem em equipe para desestabilizar a causa.

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Bom, para ninguém é segredo a situação caótica do nosso município: buracos, falta de saneamento básico e saúde. A circulação de carroças também não é algo “ilícito” aqui. A exploração de cavalos é algo que ocorre descaradamente  e livre de toda e qualquer fiscalização. Em pleno século XXI, o governador do Maranhão achou de vetar uma lei que proíbe a exploração de cavalos.

Estamos retroagindo demais, pois cidades como Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo já proibiram o uso de carroças. Aqui no Maranhão o governador ainda permite que essa “atividade” seja lícita.

Como querer conquistar novos direito de proteção de animais com um governo conservador? Qual a diferença entre a dor que um animal sente e a dor que um ser humano sente? Nenhuma, todos nós, tanto homem quanto animal precisam do “ar” para sobreviver, ambos morrem! E quem garante que o suspiro de um animal é menos valioso que o nosso?

Se não pararmos para tentar perceber o quanto está difícil conquistar novos direitos que assegurem a proteção dos animais vamos continuar olhando cenas como as desse cavalo. Imaginem a dor que ele deve ter sentido? Será se quebrou a pata?

Não adianta só colocar culpa nos buracos que o prefeito de São Luís mantém para nós, temos que ver que o ser humano age de forma cruel, continua impondo cargas pesadas nas carroças. Agora como se não bastasse a falta de consciência de uns, o governador ajuda ainda mais essa tortura, vetando leis que visam proteger e amparar os vulneráveis. Afinal de contas, somos nós seres humanos que invadimos o habitat deles.

Está na hora do governador repensar em sua decisão e impor a estes exploradores o fim da exploração de cavalos. Existem outros meios que substituem perfeitamente a mão de obra animal.

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