Nova geração maranhense tem como ídolos cantores que fazem apologia ao sexo, bebida e traição

“Beber é um arte, pegar ‘ex’ faz parte, beijar na boca é moda, ser fiel é foda”….

As musicas atuais de forró fazem apologia ao sexo, traição e “bebedeira”. As letras revelam atitudes machistas, onde a mulher ou vai ter que se sujeitar as falhas morais do homem, ou escolher “trair”.

As letras das músicas do cantor Wesley Safadão falam muito em “encher a cara”, esquecendo de mostrar que o excesso de álcool faz mal a saúde. Essas “canções” vendem uma ideia de que o sexo é algo banal, algo que deve ser feito com qualquer um e sem nenhum cuidado específico, passando uma desvalorização do corpo.

Ídolos como Caetano Veloso, Zé Ramalho, Maria Bethânia, entre outros, devem se sentir tristes em ver que toda a luta para transmitir amor em suas canções foi por ‘água abaixo’. As músicas de nossos “ídolos” ( se é que são), só falam em valores invertidos que leva o homem a destruição.

Músicas que só mostram o lado prazeroso da bebedeira, do sexo e da traição fazem o maior sucesso aqui no nordeste. Esses artistas querem nos fazer crer que a consolidação de um casamento é algo que deve ser evitado e que o homem que tem mais mulheres é o “melhor”.

Os valores que nossos pais nos passaram estão sendo superados por “valores” baixos e sujos. O amor virou sinônimo de cafonice ou coisa pior.

A ideia que esses “artistas” passam é que a mulher tem que ficar zelando por seu casamento, enquanto o homem cai na farra, sai com os amigos e bebe até não aguentar mais.

Essas coisas para uns podem não parecer nada além de uma “brincadeirinha”, mas seu conteúdo é depreciativo e rebaixa as mulheres, nos coloca em uma situação inferior e as vezes como um objeto.

Apologia á bebida, á traição:

https://www.youtube.com/watch?v=UsBRlc6CTt4

4 Replies to “Nova geração maranhense tem como ídolos cantores que fazem apologia ao sexo, bebida e traição”

  1. Nossa… Mas que Riquinha fofa e apoiadora dos bons costumes…

    Hipocrisia. A feitura desse blog e o seu teor “jornalístico” contradiz a mensagem desse post por completo.

  2. É fato que boa parte dos “artistas” que atualmente estão auge do sucesso com seus variados ritmos, na prática, estão apenas interessados em colocar o seu cachê no bolso e viver a vida regada a uísque, bebidas e outras “cositas” de uso proibido, como é sabido por todos, sem se preocuparem em nada em agregar algo culturalmente de bom à sociedade. Por outro lado, existe uma “penca” de jovens por ai que estão menos ainda interessados em serem alguém que de fato que ajude o meio em que vivem, que já é um “cabaré a céu aberto”, às vezes, a ser menos ruim. Boa parte também já não quer prestar desde jeito. Diante desse cenário, vem a terceira e mais importante parte desse contexto: a família.
    Isso se tornou clichê, mas, não temos outra solução além de uma base familiar sólida. Hoje no Brasil, não tem como esperar nada de bom da porta pra fora. Nem nas escolas, nem nas faculdades, infelizmente. O papel fundamental na formação de qualquer pessoa é o convívio com seus pares dentro de casa. Embora muitos filhos ignorem isso, pai e mãe é que podem ainda deixarem “pessoas melhores” pra dar continuidade ao que existe e tentar melhorar o que precisa. Não esperemos desses “artistas” algo que eles mesmos não tem a noção do que seja.

  3. Esse tipo de lixo só acaba com a verdadeira música popular brasileira, em especial nordestina. Já tivemos muitos artistas geniais: Luís Gonzaga, Dominguinhos, pessoas que faziam aquele forró gostoso. Hoje em dia somos obrigados a ver essas misérias!
    Olha só o nome do peste: “W. Safadão”. Me compra um bode, seu merda! não saber cantar tudo bem,isso é fato, mas não saber nem criar um nome artístico aí já é demais.

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