Ordem dos líderes é passar o sal em quem mata vigilantes de escolas e hospitais

Os líderes das principais facções criminosas em São Luís reagiram contra os assassinatos a vigilantes de escolas e hospitais públicos.

O último caso, a morte do segurança do Socorrinho no São Francisco, Leandro Bulhões, foto-1-41-360x640revoltou a forma como foi praticado, principalmente por não ter tido a mínima reação da vítima. Três bandidos, sendo um maior e dois menores de idade, chegaram ao serviço do trabalhador atirando com o intuito de roubar a arma dele, o que de fato aconteceu.

As duas organizações que disputam o tráfico de drogas na capital acham que crimes como esses que tiram a vida de um trabalhador de hospital ou colégio público respinga neles. É que na maioria das vezes as pessoas associam todos os crimes praticados às facções.

Abaixo a ordem dada para caçar os dois menores que mataram o vigilante:

Os líderes das principais facções criminosas em São Luís reagiram contra os assassinatos a vigilantes de escolas e hospitais públicos. O último caso, a morte do segurança do Socorrinho no São Francisco, Leandro Bulhões, revoltou a forma como foi praticado. Três bandidos, sendo um maior e dois menores de idade, chegaram ao serviço do trabalhador atirando com o intuito de roubar a arma dele, o que de fato aconteceu.

As duas organizações que disputam o tráfico de drogas na capital acham que crimes como esses que tiram a vida de um trabalhador de hospital ou colégio público respinga neles. É que na maioria das vezes as pessoas associam todos os crimes praticados às facções.

Abaixo a ordem dada para caçar os dois menores que mataram o vigilante:

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