O capitão precisa ficar atento aos movimentos de políticos tradicionais que querem à todo custo se apropriar de seu nome para depois espalhar por aí que são os responsáveis por uma eventual vitória do “mito” agora no segundo turno. De São Luís a Imperatriz, políticos sem votos batem no peito dizendo-se coordenadores da campanha. Todo cuidado é pouco. O prejuízo pode sobrar para o candidato.

Jair Bolsonaro inovou no Brasil uma maneira diferente de fazer política, de ganhar uma eleição. Deu um pontapé na bunda dos políticos, principalmente os corruptos, e procurou o maior interessado na mudança: o povo. E deu certo. São milhões de Bolsonaristas nas ruas, praças, avenidas, fazendo a campanha sem precisar de nenhum centavo. Até as camisas e bandeiras o povo não aceitou porque preferiu gastar da sua parca economia.

Agora vem esses políticos como Maura Jorge, vereador Chico Carvalho, ex-prefeito Sebastião Madeira lá de Imperatriz, Adriano Sarney, Ricardo Murad, Edilázio Júnior dizendo que são Bolsonardos desde criancinhas. Aí é querer brincar com a nossa paciência e insultar nossa inteligência.

E não demora muito vai surgir das cinzas o ex-presidente José Sarney dizendo que Bolsonaro foi sua cria. Só muito óleo de Peroba!

Tâmara Silva

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  1. Mas esta situação, de se quererem encostar, ao possível vitorioso, não é de admirar. Ora vejamos, quando o “barco se afunda”, todos os ratos fogem. Quando o barco navega em boas águas todos querem lá entrar. Política é uma arte. Se é nobre, não sei. Para mim, numa grande maioria dos casos, é suja, é trapaceira, é enganosa. Dela saiem, muitas vezes, os grandes corruptos e os grandes corruptados. Olhos e ouvidos bem atentos e lêr nas entrelinhas. Isto é o um conselho para desmestificar grandes e palavrosos descursos de alguns políticos

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