Arquivo mensais:dezembro 2017

Lista Gay preocupa gente poderosa em São Luís

Não é apenas coisa de Rio e São Paulo não meus amores, aqui em São Luís também temos a nossa GAY LIST. Homens poderosos estão nas mãos de um doutor. Eis que a situação está ficando cada dia mais incontornável.

O mesmo relatou claramente aos amigos que se relaciona com homens de alto poder aquisitivo devido á sua beleza e também por frequentar lugares caros. O doutor que está cansado de receber ataques e represálias por parte das esposas traídas, disse que se as mesmas não paparem de tentar implantar coisas ilícitas em seu apartamento terá que tomar uma atitude drástica e vai expor todos os seus amigos íntimos.

O fato é parecidíssimo com o texto publicado pelo jornalista Léo Dias. Aqui no Maranhão também existe homens assim e existe também um homem assumidamente gay que está cansado de se sentir usado pelos falsos héteros e ainda por cima sofrer humilhações das esposas traídas.

Os homens do doutor estão preocupados e tentam silenciar. Já o doutor disse que sofre de depressão e que pensa em suicídio. Fato complicado e sério.


Imperdível! Participe da maior festa tradicional de Iemanjá, com Limão com Mel e Forrozão Tropykália

Há vários anos o vereador Astro de Ogum promove a maior festa tradicional de Iemanjá, na praia do Olho D’água. Participe, a partir das 20h do dia 31, com entrada franca.

Coco Bambu é condenado por copiar o cardápio, layout do menu e o uniforme dos garçons e até a estrutura física do Camarões

Metrópoles

A decisão da Justiça do Rio Grande do Norte obriga a rede a pagar R$ 50 mil de indenização ao restaurante

A rede de restaurantes Coco Bambu foi condenada na Justiça do Rio Grande do Norte pela prática de concorrência desleal. Os desembargadores da 1ª Câmara Cível do tribunal potiguar concluíram, por 3 votos a 2, que a casa teria copiado o cardápio, o layout do menu, o uniforme dos garçons e até a estrutura física do Camarões.

A Justiça do RN julgou improcedente a ação em 1ª instância, mas o TJ-RN deu provimento ao recurso do Camarões e reverteu a decisão. Além de ficar impedida de utilizar qualquer configuração semelhante à aparência do concorrente, o Coco Bambu terá de pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais. Em caso de descumprimento, o restaurante deverá pagar multa diária de R$ 10 mil, limitada ao valor de R$ 1 milhão.

Segundo o relator do processo, desembargador Claudio Santos, a prática de concorrência desleal ficou configurada devido ao fato de ambas as empresas explorarem atividade comercial no ramo de gastronomia e haver “demasiada similitude de padronagem”. O ato, de acordo com o magistrado, pode confundir o consumidor e levá-lo a acreditar que os estabelecimentos pertencem à mesma rede comercial.

Modelo de negócio
O Camarões acionou a Justiça alegando que a Coco Bambu teria copiado a fórmula criada pelo estabelecimento na cidade do Natal (RN). Segundo o advogado da empresa, Raffael Campelo, o intuito seria “aproveitar-se do sucesso do seu modelo de gestão, ocasionando, assim, a ocorrência de diversos danos aos seus empreendimentos”.

Nos documentos protocolados no Judiciário potiguar, a defesa da rede Camarões citou episódios que demonstrariam a suposta intenção da concorrente em copiar o negócio. Em uma das ocasiões mencionadas, representantes da Coco Bambu se dirigiram ao restaurante, fotografaram as instalações e fizeram perguntas sobre investimentos, funcionamento do restaurante, entre outros.

Um funcionário da rede Camarões também teria sido sondado a respeito do cardápio do estabelecimento. “Não se trata aqui de mera coincidência, mas de intenção e má-fé em copiar o bem sucedido empreendimento”, afirmou.

Em nota enviada à imprensa, a defesa do Coco Bambu afirma: “Não há que se falar em concorrência (muito menos desleal), pois 600km separam o Natal(RN) de Fortaleza(CE), sendo impensável um mercado comum relevante”.

Confira a íntegra da nota do Coco Bambu:

Por respeito ao Poder Judiciário potiguar, não pretendia o grupo Coco Bambu discutir publicamente tema que deveria se restringir ao processo (como, aliás, não o fez por ocasião da sentença que lhe foi favorável), principalmente com relação à decisão do Tribunal de Justiça, que sequer foi publicada.

Mas, pelo visto, essa postura foi adotada por apenas uma das partes.

Quanto ao litígio, devemos dizer que o grupo cearense empreende no segmento gastronômico desde 1989, inaugurando em 2008 o restaurante Camarões Beira Mar, tendo o grupo potiguar ingressado com ação judicial sob o argumento de que teria havido a “usurpação ampla de um modelo de negócio”.

Em primeira instância, houve sentença julgando improcedentes as pretensões do grupo potiguar.

Em segunda instância, houve reforma da sentença por um placar de 3×2.

Com o mais elevado respeito à maioria de um voto formada em favor da tese do grupo potiguar, avaliamos que deve prevalecer a sentença, porque:
a) não pode o grupo potiguar pretender a exclusividade do nome camarões, quando nem o INPI lhe deu;
b) a logomarca em litígio (camarões beira-mar) se encontra, desde 2014, registrada no INPI (o que não teria ocorrido se fosse um plágio);
c) os restaurantes foram concebidos por profissionais diferentes, sendo o arquiteto cearense um dos mais respeitados no Brasil;
d) o grupo cearense optou pelo estilo rústico, já utilizado em outras casas suas;
e) não há que se falar em concorrência (muito menos desleal), pois 600km separam o Natal(RN) de Fortaleza(CE), sendo impensável um mercado comum relevante;
f) não há que se falar em concorrência (muito menos desleal) se consta do depoimento nos autos do grupo potiguar dizendo que optaram por empreender somente no Estado do RN;
f) a tese de que o sucesso das receitas foram copiadas conflita com o depoimento de um dos donos da rede potiguar, que disse, em audiência, que a distinção no gosto estava no preparo realizado pelo sócio fundador do grupo;
g) o restaurante Camarões Beira-Mar, com pouco mais de um ano de funcionamento, foi (a pedido do grupo potiguar) totalmente descaracterizado por ordem judicial (que determinou a retirada de cardápios, aventais, cutelaria, nome, site etc), passando, desde então, a se chamar Coco Bambu;
h) o grupo potiguar afirmou textualmente que, após obtida a referida liminar, poderia o grupo Coco Bambu empreender normalmente, não podendo, agora, em contradição ao que dissera antes, pretender ser autor do sucesso experimentado pelo grupo cearense;
i) o grupo cearense cresceu pelo modelo de gestão, que atrai sócios sem qualquer ligação com grupo, diferentemente da rede potiguar que é, desde e seu nascimento, exclusivamente familiar;
j) a interpretação dada pelo grupo potiguar à decisão do Tribunal de Justiça do RN é absolutamente equivocada e inaceitável, na medida em que implicaria na pretensão de ser beneficiada sobre os resultados decorrentes do trabalho desenvolvido por mais de 100 (cem) sócios e 6.000 funcionários, sem que quaisquer dos proprietários da rede potiguar seja uma coisa (sócios) ou outra (funcionários) da rede Coco Bambu.

“Compaixão é colocar-se no lugar do outro”, diz deputado Wellington ao desejar Feliz Natal aos maranhenses

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) utilizou as redes sociais para desejar um feliz natal às famílias maranhenses. O amor, a compaixão e a solidariedade foram pontos elencados por Wellington, que destacou a necessidade de se cultivar isso durante todos os dias do ano.

“Quando Jesus nasceu, Ele veio a esse mundo para nos salvar e ensinar o que é o amor! Um amor tão puro como a esperança dos olhos de uma criança. Espero que, não apenas hoje, véspera de Natal, mas todos os dias, possamos compreender o real sentido dessa época: a celebração do amor. Na Assembleia, sempre tento colocar-me no lugar do outro, sentir a dor alheia, incomodar-me com aquilo que prejudica quem está ao meu lado. Compaixão é colocar-se no lugar do outro. Essa foi uma das lições que Cristo nos ensinou. Desejo a todos vocês um feliz natal repletos de paz, amor e alegria.
Celebrem a vida! Exalem o amor de Deus”, disse o professor e deputado Wellington do Curso.

Duarte do Procon divulga que vai processar ex-suplente de vereador criminalmente

Para quem não sabe com detalhes a história, o ex-suplente de vereador, Carioca, estava dentro do salão Rei Arthur xingando os secretários do governo Flávio Dino, Duarte do Procon que estava no ambiente se sentiu ofendido e apenas rebateu que corrupta é Roseana. Pronto! Esse foi o palanque o ex-suplente de vereador necessitava para começar a fazer a louca na porta do salão.

Carioca dirigiu-se para o lado de fora e começou a expor Duarte em uma sessão de xingamentos: covarde, corrupto e assim vai… Duarte tentou contornar a situação na gentileza, mas Carioca estava querendo mesmo era ir as vias de fato.

Ao perceber que estava fazendo papelão, o suplente tentou ir pra cima do secretário e foi impedido pela turma do “abafa”. O caso está dando o que falar, justamente, por Carioca sempre está na mídia devido aos seus famosos barracos com personalidades políticas.

Abaixo Duarte resume o barraco e divulga que vai processar o ex-suplente de vereador:

“No fim da tarde de ontem (24), fui surpreendido por inúmeras agressões desmedidas e infundadas de um ex-suplente de vereador, que se intitula “Carioca”.

Conforme se nota, claramente, por meio de vídeo, não me indispus com o referido, ao contrário, ignorei solenemente os ataques, agressões, ofensas pessoais e profissionais. Ratifico o trabalho sério e transparente à frente do VIVA e PROCON/MA e tranquilizo os amigos e familiares quanto ao fato.

Por fim, informo que, nas próximas horas, o mesmo será processado, nas esferas cível e criminal, por injúria, difamação, calúnia e desacato.”

 

Antes da ceia do Natal, ex-vereador Carioca e Duarte do Procon quase vão aos tapas

Tudo começou dentro do Salão Rei Artur, no Renascença, agora à tarde. O ex-vereador Carioca estava chamando o governo de Flávio Dino de corrupto. Duarte Júnior, do Procon tomou as dores e disse que bandida era Roseana Sarney.  Foi a gota d`água.

Já do lado de fora, Carioca partiu pra cima de Duarte Júnior e se não fosse a turma do “deixa disso”, os dois iriam aos tapas. Confira abaixo no vídeo:

Pesquisa revela que 68% das crianças pedem presentes de natal, mas apenas 38% das famílias realizam doações

Psicóloga Lizandra Arita alerta sobre os malefícios do comportamento consumista e como lidar com a situação

O natal é considerado uma das datas mais importantes para as famílias brasileiras. Por trás da comemoração existem significados bíblicos e histórias que pregam ensinamentos que independente da religião ou crença, é partilhado à solidariedade, união e amor. Mas e hoje, com todas as transformações sociais e o crescente consumismo, como é compreendido pelos brasileiros o significado do natal?

Em busca dessa resposta o portal especialista em saúde e maternidade, Trocando Fraldas, realizou uma pesquisa a nível nacional com 10.000 usuários por meio de um questionário. Os resultados mostram que 68% das crianças associam o natal ao ganho de presentes e 30% dos participantes desconhecem o significado da comemoração.

A psicóloga Lizandra Arita avalia o estudo e diz que o comportamento atual dos brasileiros em relação a data tem forte influência comercial e não mais valores importantes, como união, amor e solidariedade e isso infelizmente cresce a cada dia.

“O consumismo hoje não está relacionado a classe rica ou pobre, mas sim disseminado. A educação e valores pessoais paternos é que irão mudar esse cenário e o verdadeiro significado do natal”, conclui a psicóloga.

BMW engana cliente no Maranhão

A empresa alemã que fabrica automóveis da marca BMW está com a imagem altamente ‘queimada’ no Estado do Maranhão por conta da concessionária em São Luís, de propriedade do empresário Luís Roberto Albuquerque, mais conhecido na cidade como Bebeto.

Carros que precisam de peças ficam, às vezes, há meses na oficina. Para se ter ideia, uma cliente identificada como Daíse dos Remédios Moraes Rego está com o veículo modelo 320i parado na oficina há quase 4 meses.

Uma total irresponsabilidade e falta de respeito.

Funcionários da concessionária culpam a montadora alemã pela demora da entrega das peças e só quem sofre as consequências são os clientes.

O fato é que no Maranhão a marca está desgastada e a concessionária está atolada em dívidas. E todas as pessoas que compraram uma BMW têm que rezar para não bater o carro.