Wesley Safadão está fugindo da Justiça cearense assim como o “diabo foge da cruz”

Wesley Safadão mais uma vez desafia a justiça cearense. A estrela do forró não compareceu (como sempre) à audiência onde ele é réu. A coisa está se complicando cada vez mais, Wesley a todo custo tenta se esquivar de cumprir a sua obrigação de dar as caras.
O processo que tem como autor Hélio Oliveira trata sobre questões super delicadas no que diz respeito ao início da carreira do Safadão, trazendo á tona atitudes obscuras e mesquinhas cometidas pelo artista mais bem pago do país.
Abaixo Hélio, tio de Safadão, com sua advogada, esperando Wesley aparecer no Tribunal, em vão:
Hélio Oliveira aguardando no Fórum o réu Wesley Safadão

Pelo fato de Wesley não ter comparecido nas últimas audiências, a gente pode usar aquele velho ditado: quem cala consente, que significa dizer que a pessoa é acusada de algo, ouve, levanta a cabeça e não diz nada, cala, “judicialmente falando” ele é réu revel.

Veja mais a respeito das muitas enroladas:

Ou seja, Safadão permanece todo o processo inerte e não responde à nada que diz respeito á ação. Neste caso, os fatos afirmados pelo tio do cantor, presumem-se verdadeiros, porém esta presunção de veracidade não é absoluta.

Safadão poderá ser julgado a revelia, tendo que desembolsar milhões para o tio, afim de reparar os prejuízos causados a quem  lhe estendeu a mão, podendo ter até alguns bens executados.

Abaixo a foto da intimação recebida pelo Safadão em pleno Garota White:

Mesmo sendo intimado em pleno Garota Vip, Wesley ainda não teve a hombridade de comparecer a nenhuma audiência movida pelo tio, simplesmente ignora o fato passado cobrindo próprio o tio e seu publico com mentiras.

O próprio juiz afirma na  a ata da audiência que o tio do artista teve seu depoimento prejudicado por conta da ausência do Safadão, literalmente.

 

2 comentários sobre “Wesley Safadão está fugindo da Justiça cearense assim como o “diabo foge da cruz”

  1. O certo é: “quem cala consente” e é hombridade e não “ombridade”. O bom jornalista não deve confiar no corretor ortografico (que é burro) e sim no seu conhecimento adquirido.

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