O tratamento do réu confesso e estuprador Lucas Porto tem sido privilegiado dentro da cadeia, Presídio São Luís 1, atual UPSL 4. Ao contrário do que a sociedade pensa e do que a mídia fala (por não saber o que se passa lá dentro), Lucas tem quarto limpo, anda tranquilamente, sem estar devidamente encarcerado, sai e entra quando quer da “cela”.

ASSASSINO E ESTUPRADOR
ASSASSINO E ESTUPRADOR

Ontem (22) ele estava em uma palestra com a cara mais lavada ouvindo o Serviço Social discursar sobre o “NOVEMBRO AZUL”. Coisa que os outros estupradores não tem a mesma assistência, estranho,né?

A família do ESTUPRADOR e ASSASSINO CONFESSO, já está usando brechas da Lei, através de advogados, para qualificar Lucas como DOENTE MENTAL, gerando a imputabilidade do assassino e estuprador. O que facilmente poderá ser derrubado, pois Lucas tinha uma vida social normal e não costumava se isolar do convívio com os demais.

Os parentes querem alegar que Lucas não sabia o que estava fazendo, induzindo a sociedade a pensar que ele não tinha discernimento ao estuprar e matar Mariana Costa ( ficando isento de pena).

Então com essas alegações ele será tratado pela Lei como UMA PESSOA MENOR DE 18 ANOS ( imputabilidade). Ah, meu amores, se isso acontecer, a morte da publicitária ficará impune, pois ele será julgado de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 

Com o tratamento diferenciado que o diretor Anderson Bucelles dá ao assassino e estuprador, ele pode andar livremente, assiste palestra e é cercado de psicólogos, seguindo as regras dos FAVORES que a Lei dá. 

Assim fica uma prerrogativa, para que qualquer estuprador que tenha dinheiro seja tratado da mesma forma que Luca está sendo (alegar doença mental), o que já excede os limites que a lei permite. 

Alegar doença mental será algo bem complicado, pois a vida social do estuprador prova o contrário. A morte de Mariana Costa não pode ficar impune, o diretor da cadeia precisa tratar o estuprador como a Lei manda, apenas manter sua integridade física não deve se deixar ludibriar por um assassino e que abusou uma mulher, mãe de filhas lindas, que deixou sua família por motivos banais.

Lucas com certeza, será bem instruído para se fazer de doido perante os psiquiátricas, que acredito eu, serão muito profissionais e competentes.

Ele está na mesma cela que o acusado de estudo de estupro, Ribamar Alves ficou e a que Junior Bolinha.

Tâmara Silva

24 thoughts on “Diretor da Cadeia está dando tratamento de príncipe ao ESTUPRADOR e ASSASSINO da sobrinha de Sarney”

  1. Só quem já foi estuprada sabe o quanto dói você fazer algo contra seus princípios, principalmente por alguém proibido para ela. Confio em Deus que mais esse crime não vai ficar em pune. O Estado não deve proteger esse indivíduo. ?

  2. Também sou agente penitenciário, assim como o diretor do presídio são Luís. E noto que a matéria tenda tendenciar o leitor a achar q o diretor está cometendo algo ilegal pq o preso em questão tem dinheiro. Ora blogueiro (a), não foi o diretor q criou a lei que fala da separação de presos q possuem nível superior de ensino. O q Anderson fez foi apenas colocar o detento junto combos outros q têm nível superior, e isso independe do artigo ao qual responde

    1. Isso mesmo, Alfranio. Além disso, o ECA não se aplica pra esses casos não. Menor é menor de 18 anos. O caso de inimputabilidade que ele pode alegar é outro. É de “demente”. Nesse caso, se a defesa for aceita, ele será condenado a cumprir pena em um manicômio.

    2. Sem falar que não há diferenciação no tratamento prisional. Ele pagará pelo crime que cometeu, mas dentro dos limites que a lei manda. Conheço o Diretor Anderson e sei da sua competência e de seu caráter. É um profissional extremamente sério e dedicado.
      Sistema prisional não é campo de concentração!!!

  3. O rapaz não sabe o que escreve. Imputabilidade é aquele que está sujeito a ser sancionado nos preceitos da lei penal, ou seja, caso vc seja maior de 18 anos e capaz, será IMPUTÁVEL. Acredito que vc quis dizer INIMPUTÁVEL. O pior que pessoas leigas levam essa publicação a sério. Não somos juízes e nem Deus pra condenar os outros. Vamos esperar o Judiciário fazer sua parte. Vamos olhar pra tantas outras mulheres estupradas Brasil afora e não só nesse caso.
    Como o colega falou, ele não se enquadra no ECA (Estatuto da Criança e Adolescente) pois, o suspeito não é maior, caso a alegação de doença mental for acatada, ele será incapaz, mas pelo fato de não ter discernimento para atos da sua vida civil e será aplicada medida de segurança.

  4. Renato Barros, também conheço o Diretor Anderson, e também posso afirmar que o mesmo é um servidor exemplar. Profissional sério e competente como a maioria dos diretores do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Sou advogado e conheço muito bem aquilo ali, e tenho certeza que esse assassino não está tendo nenhuma regalia, pois até mesmo os advogados deles já alegaram o contrário. Acho melhor checar as informações antes de publicar, senhora blogueira!

  5. Sou ex agente penitenciário e advogado do diretor Anderson Buceles.
    O diretor citado é um homem sério e servidor público reconhecidamente honesto. Reconhecido no sistema penitenciário por ser linha dura e aplicar na íntegra os ditames da Lei.
    A liberdade de imprensa tem limites e calúnia é crime, se prepare para se defender nesse processo e pode pesquisar amanhã mesmo no sistema do Tribunal que seu nome estará no polo passivo de uma demanda cível e de uma queixa crime.

    1. QUEM AMA NÃO MATA!!
      ELE É MUITO É COVARDE E EGOÍSTA SÓ PENSA EM SI PRÓPRIO
      É TÃO CRUEL QUE NÃO PENSOU NEM NA PRÓPRIA MÃE
      DESTRUIU A VIDA DA PRÓPRIA MÃE E AGORA SÓ DEUS PODE COMTEMPLAR A AFLIÇÃO DESSA POBRE SENHORA

    2. não tem nada de psicopata. ele é absolutamente normal sabia exatamente o q estava fazendo. escolheu fazer um ato de tamanha covardia por que é mau perverso covarde.
      QUEM AMA NÃO MATA!

  6. A cela especial para pessoas com formação superior é válida apenas durante o curso do processo penal e após o trânsito em julgado e havendo condenação, o réu passa a cela comum. Mas no caso do delinquente assassino/estuprador por ser pessoa de família rica, cria-se na sociedade maranhense a ideia de impunidade ou eventual favorecimento.
    Devido a comoção social e revolta que o crime provocou dificilmente os advogados do réu conseguirão sua absolvição ou mesmo que a tese de surto psicótico momentâneo seja aceita pelos jurados, estes verdadeiros juízes no Tribunal do Júri. A batalha para defesa será a pena a ser aplicada ao marginal pois essa condenação, ao meu ver, é evidente.

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