Facções recrutam estudantes que passam a vender drogas e usam armas nas escolas em São Luís

O Ministério Público do Educação finalmente despertou e, pelo visto, acaba de descobrir a roda ou a pólvora. O promotor Paulo Avelar informou hoje o que todos já sabiam, inclusive vários pais que usam os filhos alunos ou não têm poderes sobre eles: estudantes foram aliciados por facções e estão vendendo drogas e usam armas dentro das escolas.

Foi só o promotor avisar o que vem acontecendo nas escolas públicas, principalmente, para em alguns minutos a Ronda Escolar, doa 6° BPM, na Cidade Operária, prender um estudante de 16 anos por estar portando uma arma de fogo calibre 22.

O menor faz parte de uma facção criminosa e estava com a arma nas proximidades da porta da UEB Santa Bárbara, na região da Cidade Operária. Ele também vende na escola drogas como maconha e crack.

As duas maiores facções oferecem aos alunos, geralmente pobres, dinheiro, roupas de marcas e promovem encontros entre meninos e meninas. Na maioria menores de idade.

Eles passaram a andar armados para marcar territórios. Entram nas salas de aulas sem serem revistados e estão prontos para morrer ou matar.

Boa parte dos pais têm conhecimento das ilicitudes praticadas pelo filhos e nada fazem por uma simples razão: os meninos e meninas já se bancam e ainda ajudam nas despesas de casa. Em outros casos, eles dominam os lares e passam a ter voz mais altiva que a mãe ou o pai.

Vejam amigos e amigas que são crescentes os números de brigas, mortes violentas, e a venda de drogas dentro e fora das escolas. O sistema de segurança pública, nestes casos, é ineficiente, mas a atuação dos pais tem sido pior ainda.

 

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